Publicado em
2/7/2009
Mais:
Piadas de salão
©2008 Ernesto Dias Jr.
Pérola (mais uma) do Galvão Bueno na abertura do jogo Brasil X Estados Unidos. A falar sobre a África do Sul informou que o país havia superado “o pior tipo de ditadura: aquela que cerceia o direito das pessoas.”
Vai ser burro assim na Globo. Quanto ganha esse cara?
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Apud Salomão Schwartzman: Em vez de nos esforçarmos tanto para deixar um mundo melhor para nossos filhos, que tal apenas deixar filhos melhores para o nosso mundo?
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Ainda uma piadinha contada pelo Salomão:
Um navio da Marinha americana chega a um porto no Mississipi.
O comandante recebe uma cartinha de uma mãe local, dizendo que sua filhinha debutaria no próximo dia tal. E pedia a ele que enviasse quatro de seus mais garbosos oficiais, em farda de gala, ao baile. Eles dançariam com as belas moçoilas e desfrutariam de uma noite de música e boa conversa.
Só não mandasse judeus, por favor. Eles detestavam judeus no lugar.
No dia e à hora aprazada, a campainha toca.
A mulher abre a porta e dá de cara com quatro magníficos oficiais de marinha, rapazes de estatura e físico invejáveis, impecáveis em seus uniformes brancos, empertigados, sorrisos nos rostos e quepes debaixo dos braços.
Todos negros.
-- Acho que há um engano... Balbucia a mulher.
-- Engano? – responde o marinheiro confuso - Não creio, senhora. O Capitão Goldberg jamais se engana!
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Outra de judeu, esta contada por Isaac Asimov:
Joseph jogava golfe com Yakov e Abraão.
Jogava tão mal que era uma vergonha. Não acertava um buraco no green a uma jarda de distância.
-- Não tem jeito. Não presto para o golfe mesmo.
Yakov lhe toma pelos ombros.
-- Joseph, tens ido à sinagoga?
-- Não muito. Não Muito.
-- Ahhhnn... fez Yakov enquanto Abraão balançava a cabeça.
E continuou:
-- Joseph, tu tens que orar muito, tens que ler o Torah no templo, tens que ser contrito perante Deus. Veja Abraão e eu mesmo. Mal jogávamos há um ano. Mas uma conduta piedosa e uma presença constante na sinagoga resultou no golfe que jogamos hoje...
Joseph seguiu o conselho. Passou a freqüentar os cultos sem perder um só. Ajudou nas ações da sinagoga e nenhum irmão era mais fervoroso na leitura do Talmude.
Um ano depois convida os dois amigos para um jogo.
Já no terceiro buraco ficou claro que Joseph não só não estava jogando melhor como piorara consideravelmente.
Por fim arroja o taco ao chão, desconsolado.
Yakov lhe toma pelos ombros.
-- Joseph, não tens ido à sinagoga?
-- Tenho! Tenho! Todos os dias! Rezo, leio o Torah, faço tudo, tudo o que manda o rabino!
Yakov faz cara de dúvida.
-- E a que sinagoga tens ido?
-- À da rua 53, porquê?
-- Aha!... fez Yakov enquanto Abraão lançava os braços para o ar em desalento.
E completou:
-- A da Rua 53 é tênis!
Flavio Ferrari
em 3/7/2009
Suzana Garcia
em 3/7/2009
Anne
em 5/7/2009
Ava
em 6/7/2009
Talves assim errasse menos...rs
Gostei de teu estilo mais descontraido...
Boa semana pra ti!
Beijos!
António Tapadinhas
em 9/7/2009
Já viste a utilização da nossa criação
- Ars Interim?
Abraço.
António
Ava
em 15/7/2009
Espero que esteja desfrutando de merecidas férias...
Beijos!
Érica
em 17/7/2009
Zuleica-poesia
em 21/7/2009
Carolina Dias
em 24/7/2009
Anne
em 26/7/2009
Sumiuuuuuuuuuuuuuuu. Are you OK my friend??????
Bjinhos
Ava
em 29/7/2009
Olha que isso não se faz com os amigos...
Onde já se viu desaparecer assim? rsrs
Beijos e saudades!
Walmir Lima
em 2/8/2009
É a prova de que a proposta do diálogo não funcionou. No tempo da boa surra de cinto ainda dava pra conseguir alguma coisa. Hoje, nos mandam praquele lugar com a maior facilidade.
Ava
em 3/8/2009
Moço, que saudade, dei até para fazer rimas...rs
Coisa que não é o meu forte...rs
Beijos!
PS: Espero que esteja bem...
Excentric Herself
em 6/8/2009
Excentric Herself
em 6/8/2009
Anne
em 9/8/2009
Amigo é mesmo que sumido! Tem homenagem lá no Prozac...
Ava
em 16/8/2009
Sem notícias... Um sumiço daqueles!
Aguardando seu retorno...
Beijos!
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